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A fé em Deus na família. Mas que família?

A fé em Deus na família. Mas que família?

Quando se pensa em família é comum fazer a relação com os laços de parentesco e de consanguinidade que unem as pessoas entre si. No entanto, esta definição não contempla a totalidade do real contexto das “famílias” na contemporaneidade, que apresentam diferentes configurações. [...] um núcleo de pessoas que convivem em determinado lugar, durante um lapso de tempo mais ou menos longo e que se acham unidas (ou não) por laços consanguíneos. Ela tem como tarefa primordial o cuidado e a proteção de seus membros, e se encontra dialeticamente articulada com a estrutura na qual está inserida (MIOTO, 1997, p.120 Apud ÁLVARES, 2008, p. 11).

Essa conceituação provoca uma reflexão acerca da “família ideal” em contraposição aos arranjos familiares presentes na sociedade atual. Tal conflito remete ainda ao conjunto dos integrantes destas famílias, normalmente pensados tradicionalmente a partir de “pai, mãe e filhos”, aparecem hoje configurados em outros modelos que não o tradicional.

Desta forma, não só a questão da consanguinidade e parentesco já não é mais um fator preponderante, mas, também, as estruturas familiares divergem do núcleo “idealizado” como correto, tendo estas, por vezes rotuladas de ‘desestruturadas’ e ‘disfuncionais’.

E como fica a fé em Deus e as atuações na Igreja nesse contexto?

Como cultivar o encontro com a Palavra de Deus em meio a esses arranjos?

Como viver o discipulado no seio familiar?

Será que algo tem a ver com uma Igreja em Saída?

Assunto para a nossa próxima leitura.

Viver em Cristo
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